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Internada, paciente cola grau no Hospital Regional de Ceilândia

 Há quase dois meses na unidade, Rosa Cândida, aos 27 anos, é a mais nova licenciada em terapia ocupacional pela Universidade de Brasília...



 Há quase dois meses na unidade, Rosa Cândida, aos 27 anos, é a mais nova licenciada em terapia ocupacional pela Universidade de Brasília (UnB)

 A unidade preparou um auditório especialmente para a data. Vestida com a beca, a formanda entrou ao som da música religiosa Sou um milagre. Emocionada, realizou o juramento utilizando válvula fonatória, adaptada pela equipe de fonoaudiologia – responsável pela reabilitação da deglutição e da comunicação oral. “É maravilhoso ver esse sonho se concretizar. Ela é muito esforçada e inteligente. Estou grata também pelo HRC ter proporcionado esse momento, mostrando um lado humanizado. As pessoas só falam do que falta, mas eu me senti amparada, assim como ela”, contou a mãe de Rosa, Eliete Lopes.

A docente de terapia ocupacional da UnB Caroline de Oliveira Alves foi professora e orientadora de Rosa e reforçou que saúde não se resume ao bem-estar físico, mas a um olhar para o indivíduo como um todo. “Há um marco importante quando pensamos na perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) e da humanização. Essa ação tem uma visibilidade muito importante porque vemos o indivíduo para além da doença, entendemos que o hospital é um lugar de tratamento mas de celebração dentro das possibilidades, que é o caso”, concluiu.

A terapeuta ocupacional Ísis Caroline acompanha a situação de Rosa, que já iniciou a reabilitação para voltar a se alimentar e a se vestir com independência, assim como realizar a assinatura da outorga. “Ela melhorou exponencialmente depois que soube da colação. Foi um caso diferente: por ser estudante de terapia ocupacional, especialidade que temos aqui, acabamos nos comovendo ainda mais”, admitiu a profissional.

Também presente na cerimônia, o diretor do campus Ceilândia da UnB, João Paulo Chieregato, apontou que a colação de Rosa no HRC simboliza uma vitória e foi um feito inédito. “Acompanhamos a batalha de Rosa e ela conseguiu ressignificar esse momento não só com a perspectiva da evolução no hospital, mas na sociedade. Agora diplomada, poderá contribuir muito pela experiência e trajetória que ela tem a oferecer”, avaliou.

Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)


 

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