Impeachment de Ibaneis acabou se tornando em uma manobra eleitoral dos políticos veteranos, atualmente sem grande relevância no cenário do Distrito Federal. - PORTAL POP NEWS

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Impeachment de Ibaneis acabou se tornando em uma manobra eleitoral dos políticos veteranos, atualmente sem grande relevância no cenário do Distrito Federal.

  O pedido de impeachment contra Ibaneis Rocha s u rg e d e satua l i zad o, sem su s t entaçã o factual e com prazo e sg o tado . Com a sa...

 


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pedido de impeachment contra Ibaneis Rocha surge desatualizado, sem sustentação factual e com prazo esgotado. Com a saída do governador agendada em cumprimento à lei e ostentando uma aprovação de 63%, a movimentação liderada pela oposição soa apenas como um artifício eleitoral e reflexo do receio diante das urnas.

Protocolado recentemente por partidos de oposição na Câmara Legislativa – incluindo PT, PV, PCdoB, Rede e PDT –, o pedido carece de fundamentos robustos e se enquadra mais como uma estratégia de encenação política do que como uma denúncia plausível. Trata-se de uma manobra promovida por figuras desgastadas da esquerda, que m tentando recuperar espaço no cenário político do Distrito Federal após anos de insucesso eleitoral.

O alvo dessa ação é um governador cuja saída já está definida em conformidade com a legislação eleitoral. Ibaneis Rocha se prepara para deixar o Palácio do Buriti em 58 dias para disputar uma vaga no Senado nas eleições deste ano. Ignorando esse contexto, a oposição insiste em criar alarde como forma de disputar espaço político.

Curiosamente, a iniciativa tem entre seus principais articuladores ex-governadores do Distrito Federal marcados por gestões controversas e rejeição popular, como Rodrigo Rollemberg (PSB), Agnelo Queiroz (PT) e Cristovam Buarque (Cidadania). Cada um deles carrega em seu histórico episódios que enfraquecem sua autoridade moral para liderar este tipo de movimento. Exemplos incluem escândalos relacionados à Operação Circus Maximus durante o governo Rollemberg, o desvio de recursos na construção do Estádio Mané Garrincha sob a gestão de Agnelo, e o "Massacre da Estrutural" ocorrido no período de Cristovam, com graves violações de direitos humanos.

A saída de Ibaneis Rocha não se deve a pressões ou manobras políticas, mas sim a exigências legais claras: todo governador em final de segundo mandato que deseja disputar outro cargo precisa renunciar com antecedência. A vacância se assumida automaticamente pela vice-governadora Celina Leão, liderança que atualmente figura como favorita nas pesquisas.

Diante disso, questiona-se: qual seria o prosito do impeachment? A resposta parece evidente: trata-se de uma iniciativa sem substância, impregnada de interesses eleitorais e fadada ao fracasso desde sua concepção.

No campo jurídico, o pedido não encontra suporte sólido. A tentativa de relacionar o governador a supostas fraudes envolvendo o Banco Máster ou a um encontro com o banqueiro Daniel Vorcaro é fraca e seletiva. Tal nculo seria o irrelevante quanto encontros não divulgados entre outras lideranças políticas e integrantes do setor financeiro, cujas implicações são prontamente ignoradas pelos mesmos críticos.

Sem sustentação legal ou tempo hábil para qualquer avao significativo, o pedido configura-se como um teatro político desprovido de impacto real. O pano de fundo para essa movimentação é o medo das urnas. Enfraquecida por derrotas contínuas e sem nomes competitivos, a oposição parece recorrer ao barulho — na ausência de propostas concretas — para mascarar sua fragilidade.

Enquanto isso, Ibaneis Rocha encerra seu mandato com índices históricos de aprovação, as quase oito anos no comando do Distrito Federal. Se comparada ao desempenho da oposição ao longo da última década, marcada por insucessos consecutivos e descrédito frente ao eleitorado, fica claro que essa tentativa é tão apenas mais uma narrativa forjada para se manterem relevantes.

Por fim, o pedido de impeachment parece ser apenas isso: um conto mal elaborado para impressionar desavisados, mas totalmente dissociado da realidade politica e jurídica do Distrito Federal.

Da redação do Portal de Notícias, com a fonte do Portal Radar-DF

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